Portugal 2020

A prioridade assenta em empresas (com mais de 2 anos) que são exportadoras ou pretendam iniciar o processo de exportação e aumentem o investimento empresarial em atividades inovadoras:

  • Novo estabelecimento / Obras Remodelação;
  • Aumento da capacidade de um estabelecimento existente (mínimo ∆+ 20%);
  • Novos produtos;
  • Alteração fundamental do processo global de produção de um estabelecimento.

Principais investimentos elegíveis:

  • Sistemas de eficiência energética;
  •  Energias renováveis (fotovoltaico, biomassa, etc…);
  •  Construção de edifícios e obras de remodelação;
  • Máquinas e equipamentos (novos);

Taxa de Cofinanciamento para investimento mínimo de 75.000€:

15% para não PME´s, 35% para médias empresas e 45% micro/pequenas empresas + 30% majorações.

Majorações

  • +10% localizados em territórios de baixa densidade;
  • +10% PME desenvolvam o projeto nas áreas da Indústria 4.0, da economia circular ou da transição energética;
  • +5% Criação de emprego qualificado em novas unidades produtivas;
  • +5% Criação de novas unidades geradoras de postos de trabalho qualificados.

Apoios financeiros a projetos que visem reforçar a presença nos mercados internacionais das PME portuguesas já exportadoras, induzindo por essa via a aceleração das exportações portuguesas:

  • O conhecimento de mercados externos;
  • A presença na web, através da economia digital;
  • O desenvolvimento e promoção internacional de marcas;
  • A prospeção e presença em mercados internacionais;
  • O marketing internacional;
  • A introdução de novo método de organização nas práticas comerciais ou nas relações externas;
  • As certificações específicas para os mercados externos.

Principais investimentos elegíveis:

  • Visita e participação em feiras;
  • Prospeções de mercado (incluindo invertidas);
  • Promoção e divulgação de marcas;
  • Campanhas de marketing;
  • Certificações;
  • 2x contratações…

Taxa de Cofinanciamento para Investimento mínimo de 25.000€:

Incentivo não reembolsável de 45% do investimento elegível (Lisboa é apenas 40%).

Para a indústria o próximo quadro comunitário terá incentivos muito interessantes e tem por base oito eixos e no vosso caso em particular, destacamos estes:

  • Inovação e Conhecimento – Assegurar as condições de competitividade empresarial e o desenvolvimento da base científica e tecnológica nacional para uma estratégia sustentada na inovação;
  • Energia e alterações climáticas – Assegurar as condições para a diminuição da dependência energética e de adaptação dos territórios às alterações climáticas, garantindo a gestão dos riscos associados;
  • Qualificação, Formação e Emprego – Assegurar a disponibilidade de recursos humanos com as qualificações necessárias ao processo de desenvolvimento e transformação económica e social nacional, assegurando a sustentabilidade do emprego.

Os restantes:

  • ustentabilidade demográfica – Travar o envelhecimento populacional e assegurar a sustentabilidade demográfica, assegurando simultaneamente a provisão e bens e serviços adequados a uma população envelhecida;
  • Economia do mar – Reforçar o potencial económico estratégico da Economia do Mar, assegurando a sustentabilidade ambiental e dos recursos marinhos;
  • Redes e Mercados Externos – Assegurar a competitividade externa das cidades e regiões urbanas dos territórios atlânticos e dos territórios do interior;
  • Competitividade e coesão dos territórios de baixa densidade – Reforçar a competitividade dos territórios da baixa densidade em torno de cidades médias, potenciando a exploração sustentável dos recursos endógenos e o desenvolvimento rural, diversificando a base económica para promover a sua convergência e garantindo a prestação de serviços públicos.

Agricultura/florestas – Promover um desenvolvimento agrícola competitivo com a valorização do regadio, a par de uma aposta estratégica reforçada na reforma